Mi casa,
su casa
Buenos Aires
Imagine passar uma semana ou até mesmo
um mês em Buenos Aires e hospedar-se num
apartamento localizado num bairro nobre da capital
argentina. Freqüentar supermercados, bares,
bancas de revistas e restaurantes por onde geralmente
não passam turistas, como se estivesse
na sua própria casa. Nada de misturar-se
com outros visitantes estrangeiros. O grande barato
é sentir-se parte da cidade. Viver como
vivem os portenhos. Como conseguir isto? É
simples. Em vez de recorrer a hotéis ou
a outros locais convencionais destinados a hospedagem
de turistas, você pode optar por alugar
um apartamento bem equipado e situado num bairro
agradável, como a Recoleta.
Atendência está crescendo no país,
com adeptos dos mais variados perfis: empresários
enviados por um período determinado à
cidade, estudantes de espanhol, profissionais
interessados em cursos de pós-graduação
ou simplesmente turistas fascinados pelos encantos
de Buenos Aires. Para todos existem alternativas
atraentes. Apartamentos de um, dois, três
ou quatro quartos estão espalhados por
bairros como Recoleta, Bairro Norte, Belgrano
e Palermo. Os preços oscilam entre US$
250 e US$ 900 por semana, e entre US$ 400 e US$
1.500 por mês, dependendo do tipo de apartamento
escolhido. Os imóveis mais luxuosos podem
custar em torno de US$ 2.500 por mês.
Marta Fleischer, que costuma alugar apartamentos
na cidade, trabalha junto à empresa Alojargentina
<www.alojargentina.com>,
uma das mais importantes do ramo.
— Nossos clientes são variados.
Temos estudantes, empresários e até
mesmo pessoas que chegam ao país para fazer
algum tratamento médico — conta.
A Alojargentina tem neste momento 120 apartamentos
para oferecer. Há três meses, segundo
Marta, a empresa tinha apenas 80.
— Os apartamentos precisam estar em ótimas
condições. É fundamental
que seja um lugar luminoso, bem localizado e bem
equipado. Em geral, têm TV, ar-condicionado,
microondas, som, telefone e, em alguns casos,
internet — diz. |